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Para celebrar o mês dos namorados e divulgar novos autores, a Editora Fundza vai lançar uma colectânea de poemas e cartas. Intitulada “Poemas e cartas ridículas de amor”, a obra deverá ser apresentada no dia 27 de Fevereiro, na cidade da Beira, numa cerimónia que se espera dominada por declarações de amor e declamação de poesia.

Da colectânea, podem fazer parte todos os autores moçambicanos, maiores de 18 anos. As inscrições estão abertas desde o dia 11 de Janeiro e deverão estender-se até o dia 06 de Fevereiro de 2020.

Os poemas ou cartas, a serem publicadas na colectânea, deverão versar sobre o amor. Os textos não podem ultrapassar 25 linhas e devem ser enviados para o e-mail da editora juntamente com a ficha de inscrição preenchida e o comprovativo de depósito ou transferência do valor de inscrição.

Por não se tratar de um concurso, todos os textos enviados serão publicados, desde que os autores cumpram as regras previstas no regulamento.  

A edição desta colectânea alinha-se com a missão e visão da editora, particularmente no diz respeito à criação de oportunidades de publicação de obras de novos autores e tornar-se acessível a todos os segmentos da sociedade.

Os interessados podem baixar o regulamento e a ficha de inscrição nos links abaixo: http://www.mediafire.com/file/6izs2xe15a4inaw/Regulamento_do_lancamento_do_livro_Cartas_e_Poemas_Ridiculos.pdf/file

http://www.mediafire.com/file/x9e7a6wf6egn0ov/FICHA_DE_INSCRICAO_-_POEMAS_E_CARTAS_RIDICULAS_DE_AMOR.doc/file

A Editorial Fundza lança no dia 09 de Maio, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, a partir das 18 horas, a colectânea “Do Índico e Do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos”. A apresentação da obra estará a cargo de Nataniel Ngomane, académico e Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa.

A obra reúne contos de sete escritores moçambicanos e sete brasileiros e a história da sua produção começa com um convite feito pelo escritor e editor Dany Wambire ao editor Vagner Amaro, da Malê Edições, para edição conjunta de um livro que ajudasse na promoção da literatura moçambicana no Brasil, e, igualmente, promovesse em Moçambique a literatura de alguns dos principais autores contemporâneos do Brasil.

Deste modo, foram seleccionados para fazer parte do livro os contos moçambicanos de Mia Couto (Rosalinda, a nenhuma), Lília Momplé (Stress), Alex Dau (Menina Teresinha), Diogo Araújo Vaz (Apocalipse), Dany Wambire (A mulher sobressalente), Carlos dos Santos (O ilusionista) e Daniel da Costa (A flauta do Oriente) e os contos brasileiros de Conceição Evaristo (Os pés do dançarino), Marcelo Moutinho (Oxê), João Anzanello Carrascoza (Dias raros), Rafael Gallo (Corte), Eliana Alves Cruz (Noite sem lua), Cristiane Sobral (223784) e Miguel Sanches Neto (Sabor).

Para Mia Couto, visivelmente feliz por integrar “um colectivo de gente mais jovem”, uma antologia “é quase sempre o melhor meio de começar junto de um mercado distante”. Pelo facto de se fazer uma selecção de autores, continua o escritor, pode-se, de uma única vez, “projectar nomes diversos com tendências literárias diferentes.”

A apresentação da colectânea na cidade de Maputo enquadra-se nas celebrações da Semana da Língua Portuguesa, cujo início está marcado para o dia 05 de Maio.

Será lançada no dia 09 de Maio, a partir das 18 horas, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, a antologia “Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos”. A obra integra contos de 14 escritores brasileiros e moçambicanos.

Mia Couto é um dos antologiados. Em entrevista ao nosso site, o escritor, visivelmente feliz por integrar “um colectivo de gente mais jovem”, elogia e se revê na iniciativa de se publicar uma colectânea com vários autores. “Sempre foi minha preocupação fazer essa ponte entre gerações”, afirma o escritor.

Sempre que pode, continua Mia Couto, carrega consigo livros de escritores mais jovens para apresentá-los a editoras de países por onde viaja. E isso não é “uma generosidade”, o escritor sente-se na obrigação de fazê-lo porque “esses jovens merecem”. “A sua qualidade literária deve romper fronteiras”, acrescenta.

Enquanto “esses jovens” não conseguirem ter um livro publicado lá fora, Mia Couto acha que antologias, como “Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos”, podem muito bem “projectar nomes diversos com tendências literárias diferentes”.

Mas isso, adverte o escritor, não basta. É “importante que se troquem visitas de pessoas”. No caso do Brasil e de Moçambique, países que emprestam autores à colectânea, Mia Couto quer que escritores brasileiros venham a Moçambique e moçambicanos vão ao Brasil.

Mia Couto participa na antologia com o texto Rosalinda, a nenhuma. Outros autores moçambicanos antologiados são Lília Momplé (Stress), Alex Dau (Menina Teresinha), Diogo Araújo Vaz (Apocalipse), Dany Wambire (A mulher sobressalente), Carlos dos Santos (O ilusionista) e Daniel da Costa (A flauta do Oriente). Da parte do Brasil estão Conceição Evaristo (Os pés do dançarino), Marcelo Moutinho (Oxê), João Anzanello Carrascoza (Dias raros), Rafael Gallo (Corte), Eliana Alves Cruz (Noite sem lua), Cristiane Sobral (223784) e Miguel Sanches Neto (Sabor).

A colectânea “Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos” é editada simultaneamente pela Fundza, da cidade da Beira, e pela Malê, do Rio de Janeiro, e visa contribuir para o intercâmbio cultural literário entre os povos dos dois países. (Fundza).

Para celebrar o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, a Associação Literária Kulemba em parceria com a Casa do Artista, organiza a “Semana do Livro”. O evento vai decorrer na Casa do Artista, entre os dias 23 e 25 de Abril, a partir das 14 horas.

Estão previstas actividades que vão desde feira do livro, passando por declamação de poesia, até mesas redondas com temas subordinados ao livro.

A abertura do evento está marcada para às 18 horas do dia 23, altura em que acontecerá a primeira mesa redonda. Subordinado ao tema “Desafios da indústria do livro na Beira: produção, distribuição e consumo”, farão parte da mesa, a ser moderada pelo docente universitário Fernando Chicumule, Heliodoro Baptista Júnior (poeta), Dany Wambire (editor) e Inácio Mahumane (livreiro).

A outra mesa deverá acontecer no dia seguinte (24), à mesma hora, e está subordinada ao tema “como o livro me moldou?”. Serão protagonistas desta mesa o ensaísta e o docente universitário Chimica Francisco, o jurista Joaquim Tesoura e a actriz e declamadora Maria Pinto de Sá.

Para o último dia, está agendada a cerimónia de apresentação do livro “Kupitakufando”, obra de estreia de Sianhepe Faife. A apresentação estará a cargo do escritor Diogo Araújo Vaz.

O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é celebrado todos os anos no dia 23 de Abril e foi instituído pela UNESCO, em 1995, para promover o prazer da leitura, a publicação de livros e a protecção dos direitos autorais.  

A Editorial Fundza é uma editora moçambicana que procura dar oportunidade e visibilidade aos novos escritores moçambicanos, agenciando-os para que se tornem escritores de sucesso.

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